sexta-feira, 11 de junho de 2010

Qual o valor da Palavra de Deus para você?

É com tristeza que após uma conversa com alguém sobre a Bíblia eu escute a seguinte afirmação: “Sei que a Bíblia fala isso, mas eu penso diferente”.
Quando, ainda falando a Israel, Deus por intermédio do profeta Oséias afirma: “O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, ..” Em um mundo onde vemos surgir da noite para o dia “novas visões”, “novas revelações”, “novos evangelhos”, “novos Cristos”, torna-se urgente relembrarmos o lema da Reforma Protestante: "Sola scriptura, sola gratia, sola fide, soli Deo gloria, solo Christi", que significa: “Somente a Escritura, somente a graça, somente a fé, somente a Deus Glória, somente a Cristo”.
O Credo das Assembléias de Deus diz: “Cremos ... 2. Na inspiração verbal da Bílbia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão (2 Tm 3.14-17)...”
Mas será que temos dado à Bíblia, Palavra de Deus, o mesmo valor que nossos primeiros pais lhe atribuíram? Cabe-nos ressaltar o cinismo dos judeus que utilizaram a Lei para julgar o próprio Cristo.
Paulo adverte: “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência; proibindo o casamento, e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças; porque toda a criatura de Deus é boa, e não há nada que rejeitar, sendo recebido com ações de graças. Porque pela palavra de Deus e pela oração é santificada. Propondo estas coisas aos irmãos, serás bom ministro de Jesus Cristo, criado com as palavras da fé e da boa doutrina que tens seguido. Mas rejeita as fábulas profanas e de velhas, e exercita-te a ti mesmo em piedade...” (1 Tm 4.1-7). E ainda: “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciláveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. Porque deste número são os que se introduzem pelas casas, e levam cativas mulheres néscias carregadas de pecados, levadas de várias concupiscências; que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade. E, como Janes e Jambres resistiram a Moisés, assim também estes resistem à verdade, sendo homens corruptos de entendimento e réprobos quanto à fé. Não irão, porém, avante; porque a todos será manifesto o seu desvario, como também o foi o daqueles.” (2 Tm 3.1-9).
Quando, ainda falando a Israel, Deus por intermédio do profeta Oséias afirma: “¶ O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos.”(Os 4.6), fica claro que a falta do conhecimento não era por que este não fora dado, e sim pela rejeição contumás daquilo que Deus lhes dizia.
Existem apenas duas formas de iluminarmos nosso caminho: O primeiro é a nossa experiência, que só serve para os caminhos pelos quais já passamos. É como um farol voltado para trás. O segundo nos é apresentado por Davi: “ Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho.” Sl 119.105. Assim a Palavra de Deus é a única fonte de luz que aponta para frente iluminando os caminhos pelos quais ainda não passamos.
O amor por Deus é representado pelo amor que temos à Sua Palavra: “Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.” (Jo 15.4).
Jesus mostra-nos o valor que a Palavra de Deus deve ter para nós: “...Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus...” (Mt 4.4).
Tem o(a) prezado(a) leitor(a) se alimentado desta Palavra?

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